17.6.15

Depois da última, venha a próxima.


A viagem aos Picos da Europa acabou há poucos dias (crónica diária em beve). Mas há outra saída a caminho. Desta vez é "cá dentro" e dura muito menos tempo, o que não significa que seja menos interessante.
O destino é Loriga. Já por lá andei o ano passado com uns amigos. Mas desta vez será diferente, já que os meus companheiros de viagem são mais velhos que eu, têm decididamente mais experiência e gostam efetivamente de "curtir o caminho", desde que se chegue a horas para comer e beber.
Um desses companheiros de viagem diz-me muito. Porque o conheço há 19 anos, porque é muito boa pessoa e, porque não dizê-lo, é pai da minha namorada. Já me "obrigou" a acelerar em muitas curvas, numa das poucas saídas que fizemos, e fugiu-me em muitas retas - o raio do homem domina a moto que é uma coisa incrível.

Assim sendo, começo a ficar ansioso por partir com ele para a estrada. Sei que vou ser o benjamim do grupo, o "miúdo" que vai com o GPS e a parafernália eletrónica para registar a saída. Uma coisa simples, que só eu podia ficar encarregue, já que eles "têm muito mais em que pensar".

Em breve terei mais notícias, fotos e histórias para partilhar.

Nexx XT.1

O meu AGV K3 já estava a chegar ao final do seu tempo de vida útil. E por isso era necessário arranjar outro capacete. Procurava um que fosse confortável, menos barulhento, a bom preço e, já que estava numa pedir, com Pinlock.

Decidi-me pela Nexx. Por ser uma marca portuguesa. Porque tinha bons acabamentos, o forro interior completamente amovível (acabou o banho de imersão de TODO o capacete) e porque me pareceu ter bom preço para o que oferecia.

Agora faltava escolher o modelo. Primeiro pensei no XD.1. Respondia aos pedidos. Bons acabamentos, Pinlock, forro amovível, com a vantagem do sistema de remoção da pala, colocação da action camera, etc. Depois comecei a estudar melhor e havia uma coisa que não estava dentro do pedido/desejado. Por ser um capacete dual (estrada e fora dela) a viseira era enorme (isso é bom, eu sei). Mas tinha um problema. Era mais propício ao barulho, algo que eu queria combater, já que o AGV era o que se ouvia (muito alto).

Li sobre o XT.1. Agradou-me. Era um capacete de estrada que, segundo a análise da Revzilla, respondia aos pedidos. Eu sei que é impossível ter o nível de insonorização de um Schubert. Mas se eu tivesse dinheiro para um Schubert, não teria dificuldades, não é?

A primeira impressão. É bem acabado, é confortável e tem uns extras que me agradaram. A começar pela viseira para o sol. É prática, deixa de haver óculos a entrar e a sair, para estragarem as espumas. Gostei também da ventilação do XT.1. Mesmo sem a película Pinlock, não embacia como o AGV. 

Confesso que a primeira vez que o coloquei pensei que ia ficar sem uma das orelhas. Como tenho dois brincos, aquilo apertava-me. Mas depois da sensação inicial, percebi que é mesmo assim. E deu para perceber, também, que o ser difícil de colocar e tirar é bom. Isola bem o som que vem do pescoço. 
O que é "fora do normal" é o sistema de fecho da viseira. Em dois aspetos. Primeiro porque não tem um entreaberto como o AGV. Eu deixava sempre um pouco aberto, para não embaciar e entrar ar. Agora não é preciso. Pode estar mesmo fechado, que aquilo não embacia nem aquece demais. Perfeito.

A outra coisa fora do normal é o sistema de fecho. Primeiro porque a patilha ao centro. Segundo porque tem um "botão" que "sela" o capacete, para circular a velocidades mais altas. Confesso que requer um pouco de habituação. Mas o botão é uma boa forma de isolar bem o capacete. 

Até agora já fiz uma viagem de cerca de 1.500 km com este capacete e, mesmo com as variações de temperatura e humidade, não senti necessidade de aplicar o Pinlock. Talvez no inverno o faça.

9.6.15

Repicos: o regresso aos Picos da Europa. pt_0

Somos dois. Repetimos a viagem. Repetimos alguns destinos. Repetimos a vontade de fazer quilómetros. Repetimos uma parte das férias. Repetimos também a partida a seguir ao trabalho.Tanta repetição, deu no Repicos, a "viagem grande" deste ano.

No ano passado, eu o Rui e o Gonçalo fomos até aos Picos da Europa. Uma viagem de 6 dias, com muitas curvas, paisagens maravilhosas e muitas histórias para contar.
Este ano estávamos a pensar noutra viagem. Seriam 4 ou 5 motos (adicionar-se-iam à viagem o Ricardo e o Eduardo). Pensámos numa volta raiana: fazer Portugal pelo interior, com um ou outro salto a Espanha, com início em Vila Real de Santo António e o final em Caminha parecia-nos bem. Teríamos muitas curvas, rios, paisagens, bons sítios onde comer... tudo aquilo que faz parte de uma boa viagem de moto. Mas depois vieram as desistências. Um porque teve um acidente (grave só para a moto) e outro por motivos pessoais.

E chegou a altura de repensar tudo. Faltaria um mês para o início da viagem. Estava eu, o Rui, o Gonçalo e a namorada alinhados. Ótimo. Começam-se a planear rotas, a pensar em estradas, a ver dormidas. E eis que a duas semana o Gonçalo desiste. A moto estava com problemas no motor... fico eu e o Rui. Onde vamos, onde vamos? Sul de Espanha? Não tínhamos dias de férias suficientes. Seriam muitos quilómetros diários, seria mais esforço que outra coisa.

Vamos aos Picos. Pareceu-nos bem. Queríamos descobrir pontos que não vimos o ano passado. Íamos ter um dia mais tranquilo, para vermos mais explorarmos a área, tirar mais fotografias.
E assim será. Faltam 6 horas para a partida. Hoje, depois do trabalho, vamos até Chaves, o nosso primeiro ponto de passagem. Amanhã chegaremos a Cangas de Onís... já falta pouco.

8.8.14

Falta pouco.

Os hotéis estão marcados. O percurso planeado e carregado no GPS. Começam os "preparativos finais". Malas laterais, sacos interiores, impermeáveis, uma forma de conseguirmos secar a roupa em andamento. Falta material de segurança para um de nós, ainda falta testar os intercomunicadores, fazer "testes de esforço" para ver se cabe tudo aquilo de que precisamos no espaço que temos. Falta decidir se levamos ou não o portátil, para irmos fazendo backup das fotos. Falta pouco.

Isto sim, vão ser férias.



17.6.14

Vamos aos Picos da Europa e voltamos já (5/5)

Dia 05: o regresso
O dia que toda a gente sabia que ia acontecer, mas que ninguém queria que acontecesse. O dia em que nos íamos despedir de Espanha, de todas as curvas. Estava previsto que seria um dia de autoestrada. Ao pequeno almoço decidimos que não íamos passar outra vez em Bragança.

Íamos fazer autoestrada até Verín, na fronteira com Chaves. 228 km feitos. Sem história.

Saímos antes da indicação dada pelo GPS. Ainda bem. Mais CCV durante 7 km. Almoçámos e conversámos. E saímos até Chaves pela Nacional, através de uma terra chamada Feces de Baixo (não, não é um erro). Entrámos em Portugal e "caiu-me a ficha" QUILÓMETRO 0 DA NACIONAL 2!!!!

Foto!! Calculei o caminho pela nacional 103, para não nos aborrecermos até Braga. O GPS indicava quase 2 horas até Vieira do Minho. Pois bem, foi menos. Muito menos. Até ao Alto do Rabagão eu queria que a minha moto tivesse 7 velocidades. Nem me lembro da quantidade de vezes que a tentei engatar. A sucessão de curvas rápidas, bem desenhadas, com um piso espetacular e sem trânsito era incrível. Tive pena de só colocar a Gopro a filmar depois da barragem.
Continuámos junto ao Gerês até pararmos no café onde tirámos a foto mítica de há dois anos. O café onde um dos trolhas prometeu que iria connosco até ao Algarve, se a GSX-R dele estivesse com pneus novos.
Depois disto foi fazer a nacional até Braga, entrar na autoestrada e chegar a casa.
Chegámos ao Porto por volta das 20 horas, mais coisa menos coisa.

Disclaimer:
a) O Jorge e a Inês. Eu tenho um problema com os nomes das pessoas. Não me lembro deles. Esqueço-me e confundo-os. E foi o que aconteceu. A Carla foi quase sempre chamada de Inês. E o Gonçalo de Jorge. Isto porque me faziam lembrar outras duas pessoas.

b) O cansaço. A viagem foi - por várias vezes - muito cansativa, ao ponto de julgar que continuávamos a rolar movidos graças a partes iguais de gasolina 95 octanas e adrenalina. Mérito seja dado à Carla que carregou uma mochila durante todo o tempo, sem resmungar - como seria de direito! - nem mesmo quando a Hornet teimava em levantar a roda da frente para poupar pneu. Uma pendura exemplar!

E fica o que me lembro. Obviamente que há muitas (pequenas) histórias que aconteceram, muitas gargalhadas despregadas sobre situações que inventamos. Mas a verdade é que quero voltar. A verdade é que quero ter mais tempo para explorar verdadeiramente os Picos da Europa. Ir aos sítios que não conseguimos ir, descobrir mais sítios. Fica a dica para 2015.

Vamos aos Picos da Europa e voltamos já (4/5)

Dia 04: Potes - Fuente Dé - Posada de Valdeón - León
Voltámos a ignorar o autocolante. Mas isso vem mais à frente. Este foi provavelmente o dia com as melhores curvas dos Picos. O percurso entre Potes e Riaño foi mesmo para desgastarmos as laterais dos pneus.

Depois da "Pipi Room" do pequeno almoço, fomos para a estrada. Mais curvas e contracurvas para curtir. E muito. Tanto que tivemos de parar em Potes para beber uma cerveja, que a boca estava seca de tanto esforço.
Seguimos para Fuente Dé. Escusado será dizer que mais curvas (a subir) surgiram. Bem, para poupar nos carateres, sempre que referir curvas e as respetivas contracurvas, vou escrever CCV. Até Fuente Dé foi sempre em CCV largas, bem feitas. Até chegarmos a Fuente Dé. Fuente Dé assusta. O Rui queria subir o teleférico. Ou que ele caísse para ter o exclusivo das fotos para um jornal. Acabámos por não subir. Ficámos apenas parados a ver aquele colosso natural. E a comer os "embutidos" que sobraram da noite anterior.

Descemos até Potes. Como estávamos com fome, combinámos almoçar na primeira terrinha que aparecesse. Parámos, mas foi o Rui e a Inês que encontraram o tasco com uma esplanada num jardim sombreado por frondoso arvoredo. Pelo menos parecia ser um jardim… a entrada era encimada por uma placa em que se podia ler: “El curral”.

Ficámos uma hora e meia a almoçar, a comentar o dia anterior e o pouco que tínhamos feito desse dia. Eu propus ignorarmos a Posada de Valdeón. Eu pensava que ainda tínhamos autoestrada (e a respetiva seca que representa) para fazer. Foi uma decisão difícil, mas alguém tinha de a tomar.

E "'bora lá fazer caminho". Começámos a subir em estrada de montanha. Mais uma vez, muitas CCV para curtir. Foram as melhores CCV em Espanha, porra. E o Rui filmou só a parte final. Tenho a dizer que foram para aí 20 minutos em que a moto levantava de uma curva e se deitava na seguinte. FOI LINDO, ÉPICO, MARAVILHOSO. E eu não gosto de adjetivos. Catalogámos a estátua do cervo. Apreciámos a paisagem. Ligámos as motos. Seguimos caminho. CCV, CCV, CCV, CCV, CCV. Até chegarmos à placa que indica os Picos da Europa. Mais uma tagada. ;)

Seguimos até Riaño, para nos despedirmos do carrossel que são os Picos. Eu contava com 20 km de curvas (as mesmas do segundo dia, depois de sairmos da autoestrada) e depois autoestrada até León. Comentava que seria bem porreiro fazermos nacional a 100 km/h, coisa impossível em Espanha. Pensava eu. Foi meia hora de nacionais, com algumas curvas à mistura, até que fomos obrigado a entrar na autoestrada. Felizmente foi curta.

Chegámos ao hotel.
León estava prevista com a cidade "para curtir e beber umas cañas". Como se não tivéssemos feito isso nos dias anteriores. ;)
León tem uma particularidade. Há dois bairros (o húmedo e romântico) em que, se pedires uma cerveja, oferecem-te de comer umas tapitas. E assim o fizemos. Em 5 ou 6 bares diferentes. Mas acho que o sítio onde fomos mais felizes foi no (bar) Bacanal.

A noite foi pródiga em piadas e histórias, ao ponto de me descair e contar a todos que a minha bebida favorita é gin Bosford quente misturado com whisky. (Obviamente que isto foi o que toda a gente percebeu. A verdade é que só bebo água com gás.)





Vamos aos Picos da Europa e voltamos já (3/5)





Dia 03: Oseja de Sajambre - Cangas de Onís - Carreña - Torre de Cerredo - Tresviso - Panes
Este foi o primeiro dia em que ignorámos (eu ignorei) o percurso que tínhamos planeado. O percurso oficial foi este: Oseja de Sajambre - Cangas de Onís - Covadonga - Lago Ercina - Panes

A pergunta é: porquê?
A resposta é simples: porque sim, porque nos deixámos levar pela estrada, porque eu me tinha esquecido de incluir Covadonga e os seus lagos. E porque podíamos.

Eram 10 da manhã quando o Rui entra no nosso quarto e pergunta se já estávamos prontos. Devia estar a tentar compensar a espera de uma hora e tal do primeiro dia. Estávamos quase. Demorámos mais dois minutos.

Depois de pagarmos o hotel e já com as motos preparadas, conhecemos o Djik. Djik é um holandês, na casa dos 60 anos. Tinha reservado 4 semanas para andar de moto. No dia anterior tinha saído de Lisboa, passado pelo Porto, etc. 12 horas de moto. Sim, 12 horas. A moto dele tinha tudo: tenda, saco cama, roupa e comida. Mas não era um daqueles cavaleiros do asfalto porcos. Era um senhor respeitável, com um inglês muito bom e muito boa disposição. A certa altura alguém perguntou se a esposa não andava com ele. A resposta foi a clássica:
"- Não. Ela não gosta de dar cabo do cabelo e das unhas. Por isso é que tenho estas 4 semanas para andar de moto e depois vou uma semana com ela, de autocaravana".
Falhámos ao não tirar uma fotografia com ele, porra!

Entretanto um tuga montado numa colossal KTM 990 ouviu-nos falar em ir à farmácia ali ao lado comprar algo para a constipação da Inês (a ver se ela se livrava do que tinha trazido a mais. Afinal de contas, a moto do Rui não tem capacidade para levar muita coisa e a mochila que ela, valentemente, carregou durante toda a viagem estava a abarrotar). Sabendo que era domingo - por esta altura já tínhamos perdido a noção do dia da semana - desenrascou-nos com paracetamol e ibuprofeno. Era um bom tipo. Podia ter comprado uma GSA mas preferiu a 990. Às tantas, se tivesse a GSA, não tinha sido tão prestável.

Às 11 horas já tínhamos as motos atestadas e estávamos sentados para o pequeno almoço. Seria este o dia de passagem por Cangas de Onís, um dos sítios badalados desta zona. Até lá íamos passar no Desfiladero de los Beyos. Esta zona é incrível. Várias mãos cheias de curvas, uma estrada impecável e muitas aldeias típicas a ladear a estrada. E motos a cruzarem-se connosco. E toda a gente se cumprimentava, exceto alguns paneleiros portugueses, quase todos de GSA, os cabrões.

Parámos a meio da estrada do desfiladeiro para tirar uma fotos. A esta altura já estava calor. Tanto que fomos "obrigados" a tirar os forros dos casacos. Isto depois de pensarmos que ia ser um dia de chuva.
Antes de sairmos apareceu um conhecido meu. Parou e estivemos a falar. Sugeriu irmos aos lagos de Covadonga. Que a zona era mesmo maravilhosa, que parecia um wallpaper de computador.
E lá fomos. Parámos à entrada de Cangas de Onís para marcar o pilar. E passámos pela localidade sem parar. Tinha gente, muita gente nas ruas. Parecia a Apúlia em agosto.
Continuámos até Covadonga, onde almoçámos durante duas horas. Fotografámos a Catedral, a igreja "cravada" na rocha e depois siga para o Lago Ercina. A subida é íngreme, apertada e tem muitos carros. Ultrapassar é difícil, mas possível. E quando se começa a ladear outra parte da montanha temos a vista... é impressionante.



A esta altura, a Catedral de Covadonga é um pontinho na fotos. De um lado temos muito sol, do outro um pico com neve. Era para lá que íamos. No caminho vemos muitas pastagens. Vacas e ovelhas passeiam alegremente nos prados, nas estradas e nas rochas. Aquilo é mesmo delas. Até a estrada.

E chegámos ao lago Ercina. E o meu conhecido tinha razão. É digno de wallpaper. Bebemos uma coisita fresca e seguimos o Rui e a Inês para a "pradaria". Era um relvado ENORME, com o lago em frente e os picos com neve em fundo. Deitámo-nos na relva a ouvir os ritmos dos badalos das vacas. Acho até que um de nós adormeceu. Ficámos a apreciar a paisagem e o som para aí uma hora. Era um dos pontos altos da viagem. Descemos até Covadonga outra vez e virámos em direção a Panes. E aqui apareceu um parque de diversões de curvas. Rápidas, bem feitas, num piso irrepreensível. Nota negativa apenas para a mosca mal-cheirosa que decidiu terminar a sua vida no meu capacete.


Encontrámos o hotel, preparámo-nos para jantar e saímos para comer. Mas não sem antes o Jorge explicar aos donos do hotel que chegaríamos depois das 00:30. Em português. Foi maravilhosa ver a cara deles a olhar para o Jorge, sem perceberem puto. E reparar no olhar do Jorge a chamar-me, enquanto descia as escadas para a receção.
Fomos a um tasco pelo qual tínhamos passado antes. Uma tábua de queijos e enchidos, umas "flechas" (Jorge, és o maior), cañas a rolar e conversas pelo meio. Foi nesta altura que a Inês contou como ela e o Rui se conheceram (se quiserem saber, perguntem-lhes, que eu não revelo nada). Também foi no meio desta conversa que o Rui falou das suas habilidades em saltos de bicicleta inacabados e como se consegue ajoelhar, depois de cair de moto.
Era domingo e perguntámos se existia algum sítio para bebermos mais umas cervejas. Pé ante pé e fomos dar a um café só com pessoal mais velho a ver fórmula 1 (não, não era o Rui a fazer estrada).

Mas antes tivemos outro momento grande, quando os três elementos masculinos foram brincar para os baloiços e para o escorrega. As fotografias foram todas apagadas. É pena, porque o Rui voltou a demonstrar o modo como se deve sacar numa moto e fazer "paradinhas". Mas eu acho que o Jorge estava a fazer melhor. Pelo menos no estilo.

E assim terminava este dia. Pessoalmente, estava extasiado. Tínhamos percorrido estradas fabulosas, conhecido sítios quase mágicos. Estava feliz. E apesar das dores de rabo, era capaz de fazer isto para sempre. :)