2.8.12

Foi em Setembro

Isto de viagens de mota é muito engraçado, mas sem companhia fica a faltar qualquer coisa.
A Nuna já andava de mota desde os 16. Depois veio a universidade e o carro. A scooter passou a fazer parte da mobília lá de casa. Finalmente, em 2010/11, foi "pressionada" a tirar a carta. E pronto. Aulas, exames, quedas e etc. e lá chegou o dia em que ficou encartada. 
Tal como eu, a mota de eleição (há quem diga sonho, também) era a BMW F650. E 'bora lá procurar a mota para a Nuna. E foi encontrada. Uma igualzinha à minha, mas com menos quilómetros. Esta é a prova de que ela pega na mota. Foi em setembro de 2011, quando decidimos ir a Ponte de Lima.
Saímos do Porto pela A3 e depois fizemos a nacional até Viana do Castelo. Foi neste troço que celebrámos de braços no ar uma ultrapassagem. Mesmo frente a outro grupo de motards.
E ficam aqui algumas fotos à sorte desse dia :)







O início

Comcei a andar de mota tinha uns 15 anos, ou coisa parecida. Foi o tempo das scooters emprestadas até cerca dos 21. Depois da universidade, mudei de cidade. E como não queria carro nem havia €€ suficientes, fui à garagem da minha namorada recuperar a scooter. Andei com ela uns anos até trocar por outra 50 cc. Dava um jeito gigante no trânsito do Porto. 
Até ao dia em que comprei a mota dos meus sonhos. Uma BMW F650. Motor Rotax, monocilíndrica e um som incrível para os meus ouvidos. Quando a fui buscar à casa de quem ma vendeu, lembro-me de começar a chover copiosamente. Acho que nunca me molhei tanto. Foram 40 km debaixo de chuva, com medo que ela me caísse (sim, porque me parecia pesada). E pronto. Este blog vai ter alguns dos episódios que passei/passo com a Josefa.