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28.10.15

2 TAVARES + 1 AFIM: O RESCALDO

Uma viagem muito desejada. Uma viagem que esteve para ser feita para outras paragens, mas que foi mudada perto da data de arranque. Uma viagem que esteve em risco algumas vezes. Uma viagem em que tive (mais uma) boa companhia.

O que fica? Fica as paisagens, as conversas, a resistência dos Tavares a tantos quilómetros de uma só vez, as piadas do Tavares, a paciência da Tavares. Fica também o imprevisto, a resolução, a sensação que há um momento e local para tudo (até para a moto parar).

2 TAVARES + 1 AFIM: dia 14_11 de setembro.

Era o dia da “embalagem”. A maior evidência de que as férias e a viagem estavam a cortar a meta.

Na noite anterior passámos umas horas a “teorizar” para conseguirmos com que a maior parte das nossas coisas entrassem nas malas, ou ficassem presas às motos. Foi um trabalho difícil (o equipamento da moto que levamos vestido ocupa mesmo muito espaço) mas superado com êxito.

27.10.15

2 TAVARES + 1 AFIM: dia 13_10 de setembro.


Turistar.

O primeiro dia “a sério” em Nantes. Como no dia anterior tínhamos chegado tarde, decidimos deixar-nos dormir. Afinal de contas, estávamos numa casa e de férias.
Saímos tarde para o centro. Usámos os transportes públicos para lá chegar. Procurámos logo o Posto de Turismo, onde tudo nos foi clara e prontamente explicado. 

Fomos informados que Nantes tem uma linha verde pintada nos passeios, que percorria todos os pontos turísticos da cidade. Por um momento achei bom... até ver que a linha 17 quilómetros. 

16.10.15

2 TAVARES + 1 AFIM: dia 12_09 de setembro.

A foto, as luvas, a casa que nos esperava

Era O DIA. O Mont Saint-Michel estava 80 km! Pequeno almoço tomado, motos carregadas e lá fomos nós. Daí a pouco tempo estaríamos em mais um Património Mundial da UNESCO, o local mais visitado e fotografado de França.

15.10.15

2 TAVARES + 1 AFIM: dia 11_08 de setembro.

O formigueiro na barriga.

Este dia ia pôr-nos mais perto do Mont Saint-Michel. Mais perto do ponto mais a norte. Mais perto de último grande monumento a visitar. Mas mais perto, também, do fim da viagem, do fim das férias. 

14.10.15

2 TAVARES + 1 AFIM: dia 10_07 de setembro.

"Vendo T6, com jardins amplos e rio à disposição."

A noite anterior foi passada a investigar e selecionar os castelos que veríamos. Uma tarefa difícil, demorada e desgastante. Alguns dos que queríamos visitar ficavam a mais de 100 km, sendo que havia outros pelo caminho para ver. Feitas as contas seriam mais de 10 horas entre caminho, visita… demais, pensámos.

13.10.15

2 TAVARES + 1 AFIM: dia 09_06 de setembro.

"Traz-me um cabo USB."

Viajar de moto é o culminar de muita coisa. Da necessidade de ter férias, da curiosidade em conhecer sítios diferentes, da poupança que se faz durante o ano, do planeamento e da vontade de partir. Mas como em qualquer coisa planeada, há sempre qualquer coisa que falta. Nesta viagem foi o cabo USB. Mas já lá vamos.

7.10.15

2 TAVARES + 1 AFIM: dia 08_05 de setembro.

Gambetta és o maior. Um mercado de rua. Mais queijo.

De Montauban iríamos em direção a Limoges. Eram 180 km que nos levariam mais para norte.
Lembro-me do planeamento deste dia, ainda antes de arrancarmos. Eu queria fazer curvas e apontava para Rocamadour, no Parc Naturel Régional des Causses du Quercy. Depois desistimos porque dormir nessa zona era caríssimo. A Nuna queria, também, visitar Sarlat-la-Canéda. Não dava porque multiplicava os quilómetros. Lembro-me que foi "stressante" planear este dia.

6.10.15

2 TAVARES + 1 AFIM: dia 07_04 de setembro.

Entre milhares e ninguém.

Depois de duas noites em Carcassonne, com muitos turistas dentro da cidadela, uma pequena viagem de barco no Canal do Midi, voltaríamos à estrada para rumar mais a norte. O destino era Montauban e, seguindo o que tinha (mais ou menos) visto, teríamos menos de 300 km para fazer.

5.10.15

2 TAVARES + 1 AFIM: dia 06_03 de setembro.

Passear e relaxar: a vida de turista.

Nove e meia da manhã. Tinha dormido bem e estava pronto para mais um dia "à turista". Abro a janela. Chuva. Sim, chuva. Céu cinzento, escuro. "Merda!" Exclamei. Mas depois de consultar o accuweather, vimos que passaria daí a uma hora. 

2.10.15

2 TAVARES + 1 AFIM: dia 05_02 de setembro.

A entrada em França, os impermeáveis, a serra, o calor, a praia e a estrada.

Chegar a França. Queríamos chegar a França. Eu tinha planeado (ainda em casa) passarmos pelos Pirinéus, fazer curvas e chegar a Carcassonne. Mas a meteorologia nem sempre está do nosso lado. Quando acordámos chovia. Chovia bem. Lá montámos as malas e encaixámos os sacos da roupa enquanto alguns pingos desciam pelo meu pescoço. Os 20 minutos diários passaram a 45, já que tínhamos de vestir os impermeáveis e arranjar uma forma de isolar as botas da Nuna (dois sacos plásticos e fita americana serviram).

1.10.15

Enquanto não sai o resto da crónica.


Há um vídeo para ver.
A gerência pede desculpa pelo amadorismo do mesmo, mas garante que está a trabalhar para melhorar, em futuras edições.


2 TAVARES + 1 AFIM: dia 04_01 de setembro.

Motos paradas, um autocarro turístico e uma obra de Santa Engrácia.

Tal como no dia anterior, seguimos de transportes públicos até Barcelona. Os pontos de visita do dia estavam mais ou menos traçados. Decidimos comprar um passe para aqueles autocarros turísticos. Pouparíamos nas pernas e ganharíamos em pontos de passagem.

30.9.15

2 TAVARES + 1 AFIM: dia 03_31 de agosto.

O primeiro "marco" da viagem estava próximo.

Todas as viagens têm pontos de passagem obrigatórios. A nossa era Barcelona, Carcassonne, os castelos à volta de Tours e o Mont Saint-Michel.

Estávamos cada vez mais perto de Barcelona. Este era um dia com 280 km para fazer. Acho que estávamos decididamente mais calmos. E mais felizes: Barcelona estava mais próxima e França também. E com isso mais uma fronteira, a passagem para a "Europa Central".

28.9.15

2 TAVARES + 1 AFIM: dia 02_30 de agosto.

Depois da tempestade, vem a bonança.

Cansados do dia anterior, decidimos dormir um pouco mais. Acordei ainda um pouco cansado, mas menos stressado com o possível estado da moto. Sabia que, a partir de agora, ou fazia a viagem toda com a Idalina ou rebentava o orçamento, alugando outra para chegar até Nantes.

24.9.15

23.9.15

2 TAVARES + 1 AFIM: dia 01_29 de agosto.

Um dia de contratempos. Na hora e local certos.

Destino: Valladolid.

A partida para a viagem foi dada em Braga. Eram 09:00 quando nos encontrámos para o café. Confesso que estava um pouco nervoso. Talvez fosse por causa das distâncias a percorrer nos dias até chegar Barcelona (eram 400 km/dia), que implicavam mais desgaste, sobretudo para a Nuna - isto porque a pendura não se tira tanto partido...

18.9.15

2 TAVARES + 1 AFIM: o pré-viagem.



Em 2014, eu e a Nuna decidimos ir de moto para o Sul de Espanha, com uma passagem em Lisboa, para visitar o meu irmão e espreitar a exposição do Vhils, no Museu da Eletricidade.


Foi um bom escape ao nosso dia a dia, com praia, paisagens arrebatadoras, estradas fabulosas e tapas, muitas tapas. Para mim foi uma surpresa a Nuna decidir este modo de fazer férias, até porque tinham passado dois anos depois da nossa queda, que a levou a vender a moto dela.


Este ano decidiu-se fazer os mesmo moldes de viagem. Partiríamos de moto para visitar a Córsega. E teríamos mais companhia: o pai da Nuna. Isto foi em abril. Começámos o "desenho da viagem". Em meados de maio, decidimos outro destino. A Córsega, ainda sem todas as despesas, já ia em cerca de 1200€ por pessoa. Era demasiado.


Voltámos a pensar na viagem. Outro roteiro, sendo que tínhamos como certeza dar um salto até França. Decidimos ir a Carcassonne e ao Mont Saint-Michel, dois pontos de passagem separados por quase 2.000 km.


Como Carcassonne era no Sul, decidimos que iríamos a Barcelona, também. Porque adoramos a cidade e porque o pai da Nuna ainda não a conhecia.

E assim foi. Marcámos os hotéis, traçámos um percurso geral e chegámos à conclusão que não teríamos tempo de voltar na motos para Portugal. Contratámos a agility para nos trazer as motos de volta.


O tempo foi passando até à semana anterior ao arranque. Foi quando decidi que esta viagem teria de ter um autocolante. Eram duas motos, três pessoas e mais de 3.000 km para percorrer. E assim ficou o 2 TAVARES + 1 AFIM.

A justificação é simples. A família do lado paterno da Nuna tem todos os anos um almoço, o almoço dos Tavares, que junta também os afins (maridos, namorados, esposas e namoradas dos Tavares).


Estava tudo pronto. Dia 29 de agosto arrancávamos para a viagem.


16.9.15

2 TAVARES + 1 AFIM: o rescaldo.

Depois de 3200 km de viagem, fica aqui um pequeno resumo do que foi a viagem, enquanto não tenho tempo para escrever a sério sobre estes 15 dias na estrada.


7.8.15

A próxima viagem está cada vez mais perto.

Chega agosto e muita gente começa a gozar as suas férias. Vão para a praia, para o campo ou conhecer uma nova cidade. Enquanto isso, vou ficando por aqui, a planear a próxima viagem. Sim, estou a planear uma saída "grande". Serão 15 dias (+-) de viagem: com saída de Portugal, atravessar Espanha até Barcelona. Depois Pirinéus, Carcassonne, Toulouse, Rennes, Mont-Saint-Michél e Nantes. Cerca de 3.600 km, feitos com pendura e mais uma moto.
Desta vez queria ir mais "à aventura". Levar talvez uma tenda e saco cama. Mas optámos por não fazer isso, já que o pai da minha pendura merece descansar. Percorri o booking e algumas cadeias de hotéis francesas, para arranjar quartos mais baratos (e com alguma qualidade).


Mas antes disso, vai haver uma volta interessante (não muito longa) para fotografar e escrever, organizada pelo Moto Clube do Porto.